PROJECTO ARTÍSTICO # 2016-2017-2018-2021 # Instituto Superior de Economia e Gestão # Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa # Centro de Investigação e Estudo em Belas Artes # Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto # Facultad de Bellas Artes Universitat Politècnica València # Facultad Bellas Artes Universitat Murcia # Universidade da Beira Interior # Biblioteca da NOVA School of Science & Technology.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Poema de Ângelo Monaqueu
A beleza não é tudo.
O dinheiro não é tudo.
A juventude não é tudo.
Nada pode ser tudo,
Mas tudo pode ser algo
Que, para o todo,
o pouco necessário venha a bastar…
sábado, 30 de janeiro de 2016
DINHEIRO
A universalidade dos problemas particulares com que todos nos deparamos, pode ser motivo para pensarmos nos lugares-comuns que nos transformam numa massa coletiva que, apesar de informe e por vezes desconsiderada, se constitui como a humanidade. Uma humanidade ordenada por sistemas convencionados e normativos, mas sempre suscetíveis de outras adequações.
Assim, pensar no «Dinheiro» como um sistema é o desafio assumido por doze artistas de várias áreas, entre elas desenho, design, pintura, escultura e literatura, por conseguinte com diferentes processos artísticos, todos integrados no ensino universitário, o qual há muito deixou de oferecer apenas cânones para, acima de tudo, formular interrogações e procurar respostas sabendo de antemão que estas se obtêm muito esporadicamente.
Este projeto, iniciado em julho de 2015, irá adquirir progressivamente um corpo formal que será exposto em maio de 2016 no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa.
O confronto visual que for estabelecido entre as diversas formas ou soluções criadas e expostas por cada um, certamente dará lugar a muitas interpretações conclusivas e enriquecedoras, passíveis de proporcionarem muitas e diferentes sinergias.
Este projeto, onde o «Dinheiro» é visto como um lugar-comum e como um conceito estruturante, enraíza-se no princípio de que a arte, como os demais ramos do conhecimento, não se estrutura em função do pensamento sobre si própria, mas em função das encruzilhadas de incógnitas, quer materiais quer espirituais, que atravessam a sociedade sem que demos conta disso.
O dinheiro tem sido a justificação para todos os conflitos e para todas as alegrias. Corresponde a uma idade do Homem cuja origem reside nas trocas, no valor e no poder de uns sobre os outros. O dinheiro é líquido, sólido e simbólico. O dinheiro é matéria, forma e conceito. O dinheiro dá forma a uma estrutura social que tem como princípio ser mais fácil pagar do que obrigar. Mas se não existisse esta estrutura social, como seríamos geridos? Haverá outro sistema para além do dinheiro? Ou o dinheiro é intrínseco ao Homem?
Objetivos:
Compreender que o processo artístico e as «coisas» que dele resultam podem constituir-se em contribuições relevantes e não acessórias.
Confrontar o lugar onde se expõe com pontos de vista de outras latitudes, promovendo debates ou motivando discussões.
Cruzar conhecimentos e experiências que possibilitem enriquecimentos mútuos.
Local da exposição: ISEG, Instituto Superior de Economia e Gestão, rua do Quelhas, nº 6, Lisboa.
INAUGURAÇÃO: 26 de Maio de 2016 às 18 horas.
INAUGURAÇÃO: 26 de Maio de 2016 às 18 horas.
Participantes: Antonio Lopez Garcia, Cristóvão Pereira, Ilídio Salteiro, João Jacinto, João Paulo Queiroz, João Castro Silva, Jorge dos Reis, José Viana, Manuel Gantes, Omar Khouri, Rodrigo Baeta, Sofia Leal Rodrigues.
Apoios institucionais: ISEG, FBAUL, CIEBA, GAB-A.
Curadoria: Amélia Branco, Ilídio Salteiro.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
terça-feira, 10 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
An unconventional way to combat petty corruption
An unconventional way to combat petty corruption

"A ZERO-SUM game is one in which the gains of one player are exactly balanced by the losses of another. In India a local non-governmental organisation has invented a new sort of zero sum which, it hopes, will leave everyone better off: the zero-rupee note.
What on earth is the point of that? The note is not legal tender. It is simply a piece of paper the colour of a 50-rupee note with a picture of Gandhi on it and a value of nothing. Its aim is to shame corrupt officials into not demanding bribes."
The Economist - Jan 28th 2010A zero contribution
domingo, 18 de outubro de 2015
sábado, 10 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
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